Mostrando postagens com marcador Autoconhecimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Autoconhecimento. Mostrar todas as postagens

sábado, 9 de maio de 2009

Boyle por Calligaris

Contardo Calligaris é um psicanalista italiano, radicado no Brasil e escreveu o texto dusbons que abaixo se segue (com grifos meus), na sua coluna do jornal Folha de São Paulo, edição de 23/04/2009:
I love Susan Boyle
O vídeo tem a qualidade de um exemplo moral: sonhar pede coragem, resistência e seriedade 

NA TERÇA-FEIRA, eu estava com minha coluna pronta (escrevo entre domingo e segunda) e, ao abrir o jornal, descobri que João Pereira Coutinho, neste mesmo espaço, também tinha-se apaixonado por Susan Boyle.
Tudo bem, não sou ciumento. Mesmo assim, por um momento, pensei escrever, na última hora, outra coluna. Mas, lendo Coutinho, percebi que a gente pode se apaixonar pela mesma pessoa por razões diferentes. Aqui vai.
Em poucos dias, dezenas de milhões de pessoas, pelo mundo afora, assistiram ao vídeo de Susan Boyle cantando "I Dreamed a Dream" (eu sonhei um sonho). Assistiram e choraram lágrimas comovidas.
Acesse a internet e veja uma das versões (por exemplo, www.youtube.com/watch?v=8OcQ9A-5noM). Se quiser mais, assista à entrevista de Susan Boyle à rede americana CBS, durante a qual Boyle canta um trecho da música a capela (watching-tv.ew.com/2009/04/susan-boyle-cbs.html).
Provavelmente, Susan Boyle gravará um CD, e o comprarei. Talvez, um dia, ela venha ao Brasil, e estarei no show, mesmo a preço de cambista. Mas nada disso se comparará com o momento extraordinário registrado no vídeo que está hoje no YouTube. Por quê?
Vamos com calma. Susan Boyle se qualificou nas preliminares para participar de "Britain's Got Talent" (a Grã-Bretanha tem talento), que é mais uma versão (inglesa) de "American Idol", o programa de televisão que começou nos EUA e foi repetido em vários países -no Brasil, "Ídolos", na TV Record. Trata-se, a cada ano, de premiar um cantor ou uma cantora, descobrindo novos talentos.
Na verdade, a seleção para chegar até à final talvez seja o que mais diverte as plateias, nos teatros de gravação ou em casa: o vexame da maioria dos concorrentes funciona como um bálsamo para todas as covardias que nos impedem de correr atrás de nossos sonhos. Algo assim: "Olhe o que aconteceu com quem ousou. Ainda bem que eu não fui!".
Susan Boyle entrou no palco como uma espécie de anticlímax; ela era tudo o que não se espera de uma aspirante a estrela: quase 48 anos, solteirona, desempregada, vestida (disse um amigo estilista) como a rainha Elizabeth se ela fosse pobre, "gordinha" e "feinha". Os diminutivos indicam que sua aparência não era extraordinária nem negativamente, mas a tornava transparente: aquela figura papel de parede, de quem ninguém se lembra se ela estava na festa ou não. Para completar, respondendo às perguntas de Simon Cowell (que preside o júri), ela pareceu quase tola e um tanto vulgar, balançando os quadris para dar mostra de sua juventude de espírito.
Quando Susan Boyle anunciou que seu sonho era ser cantora como Elaine Page (a inesquecível Grizabella de "Cats", em Londres, em 1981), o júri e a plateia não esconderam seu desdém.
Aí Susan Boyle começou a cantar. A performance foi propriamente incrível; por um instante, pensei que Boyle estivesse apenas mexendo os lábios enquanto tocava uma gravação: uma voz forte, limpa, segura e expressiva, fiel às emoções que se alternam ao longo das letras.
Também a música que Susan Boyle escolheu (letras de Alain Boublil) contribuiu para transformar sua performance numa espécie de exemplo moral: fala de um sonho antigo, sonhado quando "a esperança falava alto e a vida valia a pena", na época em que "os sonhos são criados, usados e desperdiçados"; mas há "tempestades" que "transformam nossos sonhos em vergonha", e, no fim, em regra, a vida massacra os sonhos que sonhamos. Então, qual é a moral da performance?
Para Coutinho, a moral é que, na vida, não basta se esforçar: é preciso ter sorte. Entendo assim: Susan, até aqui, não teve sorte, a gente se comove porque é tarde demais ou porque, enfim, o destino a encontrou em sua aldeia perdida.
Para mim, a moral é outra. Não sei se Susan teve sorte ou não. Cuidar longamente da mãe doente e cantar com os amigos no karaokê da vila é uma vida que pode valer a pena, talvez mais do que uma vida nas luzes da ribalta. O que me comoveu tem mais a ver com a coragem e a resistência de seu sonho.
Os entrevistadores da CBS perguntaram a Susan Boyle como ela conseguiu se concentrar e cantar, embora percebesse que o júri e a plateia não a levavam a sério e já estavam antecipando a zombaria. Ela respondeu, com simplicidade: "É a gente que tem de se levar à sério".
--------------------------------------
Grato à Profª. Mª. Aparecida Martins por ter me enviado o texto acima, que nos fala da simplicidade de Susan em se levar a sério. O que podemos aprender com ela? Onde estão os nossos nobres sonhos? Não esperemos que os outros nos levem a sério. Basta que "Eu" me leve a sério. 
"Conhece-te a ti mesmo e serás que és"

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Para quem sofre

Sabe aquele tipo de livro que amplia e aprofunda sua visão de mundo? Sabe aquele outro tipo de livro que consegue abordar o sofrimento sob o enfoque budista e a teoria quântica, de uma forma simples, acessível?
Estou falando de "O FIM DO SOFRIMENTO - Vivendo sem medo em tempos difíceis... ou Como sair livre do inferno" (Ed. Ícone - 219pág.), da dupla J. J. Hurtak e Russel Targ. Alguns conceitos e personagens deste livro dusbons:

- Aristóteles: filófoso grego que cultuou a dualidade e a lei do "meio excluído";
- Dualidade: a idéia de que eu sou quem eu sou e totalmente separado de você: duas idéias em oposição;
- Localidade: teoria da física segundo a qual objetos distantes não podem exercer influência direta entre si;
- Não-localidade: propriedade universal segundo a qual itens aparentemente separados continuam ainda assim enredados;
- J. S. Bell: físico que provou que a não-localidade podia ser testada em laboratório;
- Lógica quádrupla: "a minha verdade junto com a sua verdade na qual não se exclui o meio".
- Nagarjuna: filósofo indiano que afirmou que a maior parte das idéias nem é verdadeira, nem não-verdadeira. Criou uma técnica espiritual para se encontrar o Caminho do Meio e sair da escravidão da mente egoísta.

Os autores nos ensinam a como abrir mão da concepção histórica de quem pensamos ser; que quase todo o nosso sofrimento é inexistente porque ele não existe no tempo presente, na realidade existencial; que o nosso sofrimento está na nossa mente sobre algo que houve no passado (sofremos com sentimento de culpa ou depressão) ou em relação a algo que pode ou não acontecer (sofremos com ansiedade); que nosso ambiente social nos condiciona a guardar mágoas, a sentir ressentimentos, medo, culpa e desejos de vingança e, acima de tudo, a emitir julgamentos a respeito de tudo e de todos; que criamos o sofrimento condicionado pelo nosso desejo de defender as nossas histórias e a nossa imagem de quem pensamos ser; que existe o meio termo entre o amedrontamento e a complacência: é a vigilância e o destemor para vivenciar a situação como ela é; que o Caminho do Meio nos ensina que ignorância de quem somos e o apego à materialidade estão na raiz do nosso sofrimento; que podemos desistir do pensamento dualista e residir no amor.

Agradeço à Mestra (mesmo que ela não o queira) Aidda Pustilnik pela indicação desta preciosidade prá alma!
É preciso parar e refletir bem, antes de se responder à profunda pergunta: QUEM É VOCÊ?

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Livros nutritivos

"O conhecimento nunca será esgotado nem completado, pois a única coisa eterna que há é a mudança. Tudo está em constante mudança. É uma Lei Natural. Tudo consiste em ciclos que se alternam e assim o conhecimento evolui indefinidamente" - Cláudio Azevedo
O autor do pensamento acima é um cearense dusbons, autor de 5 livros, dos quais inicio recomendando dois deles:
 
a) "ÓRION - Filosofia, Religião e Ciência - Volume 1 - Ciência e Religião; História ou Lenda?" (ABC Editora, 2002, 295pág), onde a Ciência fala do nascimento do Universo, da Vida e das civilizações; onde a Religião (no sentido de Sabedoria) fala do ilusório e do Real (Deus, o Todo) e dos símbolos do Cristianismo. Como profundo estudioso de religiões comparadas, Cláudio fala, cronologicamente, das religiões ditas "pagãs", "antigas", "orientais" e "ocidentais", bem como de uma nova espiritualidade, ou seja, do ressurgimento da Religião-Sabedoria dos antigos, num nível mais elevado. Finaliza o autor falando das origens do Universo, do Sistema Solar e da Terra, no capítulo cujo título é: "Nossa História ou apenas uma lenda?". 

b) "ÓRION - Filosofia, Religião e Ciência - Volume 2 - Sobre o Homem" (ABC Editora, 2005, 398pág.). Neste, Cláudio aprofunda "O que somos" e "O que estamos sendo". Após pesquisar em diversas tradições espirituais, o autor discorre sobre o que está envolvido com a Vida e a morte;  sobre a realidade dos sistemas energéticos (denso e sutil) de que se compõe o Homem; sobre tudo o que diz respeito ao intervalo que há entre o nascimento e a morte do Homem, a saber: a saúde, a alimentação, a luz do Sol, a respiração, a atividade física, o relaxamento e o mergulho no inconsciente e na superconsciência - com ênfase especial à meditação. Finaliza Cláudio com o capítulo "Entre morte e nascimento", onde aborda a consciência do morrer, a consciência na morte, o vir-a-ser e a reencarnação.

Como fonte de pesquisas, Cláudio Azevedo cita Paramahansa Yogananda, Helena P. Blavatsky,  C. W. Leadbeater,  Barbara Ann Brennan, Fritjoj Capra, Roberto Crema, Jean-Yves Leloup, Ken Wilber, entre outras dezenas de autores, bem como os principais livros sagrados da Humanidade. 
Parodiando um adágio popular, digo: "Diz-me (com) quem lês e te direi o que escreves". Sou grato ao Cláudio por tudo de bom que ele compartilha com seus irmãos de jornada terrestre, em forma de nutritivos livros. Namastê!
Quem quiser saber mais sobre este prolífico autor, seus livros e sua editora clique AQUI.
Se quiser se deleitar com um acervo maravilhoso de alimento pro Espírito, conheça o Portal Órion

terça-feira, 31 de março de 2009

Livro inspirador


"O principal propósito deste livro não é acrescentar novas informações e crenças à sua mente nem tentar convencê-lo de alguma coisa, e sim produzir uma modificação da sua consciência, ou seja, o despertar. (...) Só por meio da experiência se conhece o verdadeiro sentido dessa palavra (despertar)." Eckhart Tolle in livro "UM NOVO MUNDO - O DESPERTAR DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA"


Mais do que em qualquer outra época de sua história, a humanidade tem hoje a chance de criar um mundo novo – mais evoluído espiritualmente, mais pleno de amor e sanidade. Estamos vivendo um momento único e maravilhoso: o do despertar de uma nova consciência.

O salto para essa nova realidade depende de uma mudança interna radical em cada um de nós. Precisamos nos livrar do controle do ego, pois essa é a fonte de todo o sofrimento humano. Sob seu domínio, somos incapazes de ver a dor que infligimos a nós mesmos e aos outros.

No momento em que despertamos, o pensamento perde a ascendência sobre nós e se torna o servo da consciência, que é a ligação com a Inteligência Universal, a Fonte da Vida da qual todos nós procedemos.

Enquanto desvenda a natureza dessa mudança de consciência, Eckhart Tolle nos ensina a vencer as artimanhas que o ego utiliza para nos isolar uns dos outros. De forma inspiradora e surpreendente, ele nos ajuda a descobrir o nosso verdadeiro Eu, a essência humana genuína que nos permitirá construir o novo mundo e viver em harmonia com tudo o que existe.

A consciência é o poder oculto que existe no momento presente. E o propósito supremo da nossa existência é disseminar esse poder no mundo. Não podemos lutar contra o ego e vencer, assim como não conseguimos combater a escuridão. A luz da consciência é tudo de que precisamos. E nós somos essa luz.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Texto acima retirado do site da Editora SEXTANTE.

Eckhart Tolle, pseudônimo do alemão Ulrich Tolle (16/02/1948-), é professor, conselheiro espiritual e escritor que obteve maior destaque a partir de seu primeiro livro "O Poder do Agora".

O título original deste livro dusbons é "New Earth" e está dividido em 10 capítulos, que vão de "O desabrochar da consciência humana" a "Uma nova Terra". É um livro profundamente inspirador.

terça-feira, 24 de março de 2009

Aprendendo a lidar com emoções

SOMOS PRISIONEIROS DE NOSSAS EMOÇÕES?

Ah, se fossemos feitos só de razão seria tudo tão mais fácil, simplesmente decidiríamos por quem nos apaixonar, ou decidiríamos quem gostaríamos de esquecer e afastar de nossas vidas. Reduziríamos a enorme tensão que sentimos todos os dias ao nos desgastarmos com coisas tão pequenas e saberíamos lidar com mais tranquilidade com os grandes desafios.

Mas não somos só razão.

Muitas vezes, a despeito do que nos diz a razão, nos percebemos aprisionados a quem não nos merece, sofrendo por motivos que até nós achamos pequenos e tendo atitudes que não fazem sentido algum. Muitas vezes sentimos coisas que não gostaríamos de sentir, momentos nos quais nos perguntamos em silêncio se um dia seremos capazes de sentir as coisas de outra forma, sentir mais carinho, mais leveza, mais compaixão. Um dia você olha no espelho e descobre que vem desperdiçando tempo e energia com questões pequenas, com pessoas que não merecem sua atenção, com medos que consomem sua alegria e podam sua espontaneidade.

Será possível nos libertarmos dessas emoções que nos fazem sabotar o que de mais lindo existe em nós? Que faz com que tenhamos atitudes de traição para com nosso próprio Eu? Poderemos um dia controlar essa avalanche de emoções que perturbam nossa paz?

Claro que é possível!

Leva tempo, requer autoobservação, paciência, trabalho árduo e perseverança. Requer um profundo desejo de nos tornarmos alguém melhor. Requer a mesma cuidadosa dedicação que um ourives demonstra ao lapidar um diamante. Mas vale a pena, acredite. Depois de tanta fricção, aquilo que é precioso em nós vai surgindo. Um brilho aqui, outro lá... E um dia, se não desistirmos, conseguimos finalmente olhar para o mais lindo diamante pousado no centro de nossas mãos. Nosso próprio Eu.

Ouça, você não é essa emoção que chega de repente querendo tomar as rédeas da sua vida. Você não é essa onda de raiva que te faz querer destruir tudo, não é o ciúme que fragiliza suas relações, não é o medo paralisante que torna você menor do que o seu real tamanho.

Isso tudo pode vir a você, mas você não “é” isso.

Não é sábio entregar-se cegamente a uma emoção.

Você pode mudar em profundidade a sua vida. Você pode mudar a si mesmo. Mas para que isso aconteça, precisará lembrar-se de seu verdadeiro Eu. Precisará aprender a suspeitar de suas emoções. Não é sábio entregar-se cegamente a uma emoção. Muitas vezes elas tornam você cego e surdo, elas iludem você e fazem com que tenha atitudes das quais se arrepende depois. Aprenda a observar as emoções em você, sem misturar-se com elas.

Saia do Eu, olhe para você e seus sentimentos na 3ª pessoa.

Olhe para as ondas emocionais como você olha para o clima. Surgem nuvens, você as observa. Chove, você observa. Faz sol, você observa. Observa e compreende que tudo passa.

Aprenda a observar em quietude até que aquela a emocional passe, atravesse você. E depois, centrado, em paz, aprenda com essa passagem.

Você não é a raiva, não é o ciúme, não é a paixão.

Você é o observador pacífico que vê tudo isso passar.

Não entregue-se ao que sente. Una razão e emoção. Aprenda a questionar a si mesmo. Eu sei, parece difícil, mas é uma questão de prática. Nós não fomos ensinados a nos ver como sábios. Não fomos ensinados a observar nosso próprio Eu. Nem mesmo conhecemos nosso próprio Eu.

Desconfie das suas emoções, elas são superficiais, como uma fina camada de água gélida na superfície de um mar de calor e compaixão.

Mergulhe para além das aparências e você encontrará a sua verdade e a sua paz.

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O texto dusbons acima é da lavra da psicóloga PATRÍCIA GEBRIM e se encontra em sua coluna semanal EU., cujo lema é AUTOCONHECIMENTO PARA O BEM-ESTAR.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Curso de Eneagrama à vista

Eneagrama é um instrumento de auto-conhecimento que propõe nove Tipos ou estruturas de personalidade. Acumula uma tradição oral de cerca de 4.500 anos, que nas últimas décadas vem sendo resgatada, com sinais de grande potencial de ajuda. Situa-se como proposta de ponte entre a Psicologia e a Espiritualidade. É uma tipologia dinâmica, aberta ao crescimento, que se coaduna com as descobertas das grandes escolas psicológicas da atualidade, integrando-as e indo além delas, num esquema que consegue conjugar profundidade e simplicidade de compreensão. Para além de instrumento de auto-conhecimento pretende ser um caminho de crescimento! Aqui reside a sua especial riqueza: além de ser uma chave de leitura para a pessoa se entender, aponta pistas concretas de amadurecimento, ajudando cada pessoa a desenvolver as suas potencialidades e a lidar melhor com os seus pontos fracos. Não promete milagres. É um mapa claro queindica o caminho, mas não substitui o esforço pessoal. Nenhum tipo é melhor que o outro. Todos têm potencialidades fantásticas e todos têm tendências negativas. Tudo depende do amadurecimento. Não há julgamento moral: as tendências são geralmente inconscientes e devem ser encaradas naturalmente como humanas.
Se você se identificou com a proposta do Eneagrama, é possível conhecer mais sobre o assunto lendo o livro "Crescendo com o Eneagrama na Espiritualidade" - Editora Paulus, 408p., de autoria do Sacerdote DOMINGOS CUNHA, da Comunidade Shalom que se originou em Angola, em 1974 e que tem casas em Fortaleza/CE, Oeiras/PI, Belo Horizonte/MG e Braga/Portugal, todas formadas por padres inteiramente dedicados à evangelização da juventude.
O Pe. Domingos é um
dusbons e ele próprio ministra cursos de Eneagrama, dividido em 3 etapas. A Primeira Etapa do próximo curso de Eneagrama será de 23 a 26/03/2009, das 18h30min às 22h, na Paróquia da Paz. Maiores informações pelo telefone: (85) 3281.1085 ou pelo e-mail:comunidade.shalom@yahoo.com.br
Endereço da Comunidade Shalom em Fortaleza: Rua Lopes Filho, 303 - Parquelândia.
Quanto mais opções de autoconhecimento tivermos, mas facilmente encontraremos nosso caminho de "volta prá casa".

domingo, 8 de março de 2009

Caminho que recomendo

Nesta Quarta-feira 11, às 19h, os psicólogos GUSTAVO MOURA e MARISTHER FERNANDES estarão fazendo uma palestra aberta ao público interessado em se autoconhecer para se autotransformar, sob a inspiração do conjunto de ensinamentos dusbons denominado PATHWORK.
Maristher e Gustavo são helpers e estão abrindo mais um grupo de estudos do Pathwork e a palestra explicará o que é e para que fazer o Pathwork. São textos nutritivos prá alma que quer crescer e trazidos à Terra por meio de Eva Pierrakos.
Garanto-lhes que é um modo mui interessante de se melhorar como ser humano. 
Quando uma pessoa sente o chamado e sente que está precisando dar mais um passo rumo ao progresso interno para ser feliz, ela está dando a sua primeira e necessária contribuição para melhorar o mundo.
Recomendo porque os helpers são amorosos e dusbons. Enfim, facilitadores maravilhosos para auxiliar no Trabalho do Caminho.

DIA: QUARTA-FEIRA, 11/Março HORÁRIO: 19H
LOCAL: Espaço de Renascer - Telefone: 3461.3101
Endereço: Rua Fonseca Lobo, 297 - Aldeota (na altura do Detran da Av. Santos Dumont)

quarta-feira, 4 de março de 2009

Lembrando dos direitos básicos

Antes mesmo de o coração começar a bater no útero, todo indivíduo possui uma lista de DIREITOS BÁSICOS, intrínsecos ao SER HUMANO. Confira:

01. DIREITO DE TER: É o direito fundamental de estar aqui, o que se desdobra no direito de ter o que precisamos para sobreviver. Quando nos são negadas as necessidades básicas de sobrevivência - alimento, roupa, abrigo, calor, cuidados médicos, ambiente saudável, toque físico - nossos direitos de ter são ameaçados. Como conseqüência, provavelmente questionaremos esse direito ao longo de nossa vida, com relação a muitas coisas, desde dinheiro e posses até amor ou reserva de tempo para nós mesmos.
PERGUNTE-SE: Sinto-me uma pessoa segura? Estou me sentindo com estabilidade? Tenho confiança no mundo? Tenho minhas necessidades de sobrevivência adequadamente satisfeitas? Como estou em prosperidade? E de saúde física? Penso muito que "não tenho direito de ter nada"?

02. DIREITO DE SENTIR: Reprimendas do tipo "Pare de chorar, voce não tem nada que ficar assim" ou "Como voce pode expressar suas emoções dessa maneira?" são um desrespeito ao nosso direito de sentir. Uma cultura que vê a expressão emocional com reservas ou que classifica alguém de fraco por ter sensibilidade, também transgride esse direito básico. Uma decorrência desse direito é o direito de querer. Se não podemos sequer sentir, é muito difícil saber o que queremos.
PERGUNTE-SE: Como expresso minhas emoções? E a sexualidade? Sinto prazer em estar vivo? Como estou na percepção do outro? Meu estado é mais para tensão ou relaxamento? Fluidez ou rigidez?

03. DIREITO DE AGIR: Esse direito é restringido pela autoridade abusiva dos pais e da cultura. Por exemplo, os que fazem demonstrações pacíficas praticando a não-violência são presos e muitas vezes maltratados por agirem de acordo com seus sentimentos sobre seus direitos de sobreviver. Somos ensinados a obedecer e a seguir - é aconselhável que as ações empreendidas sejam adequadas. O medo da punição e a coação à obediência cega, quer provenham dos pais ou da cultura, prejudicam seriamente nosso poder pessoal - o uso consciente de nosso direito de agir.
PERGUNTE-SE: Quem está moldando minha existência? Estou bem de autonomia? E meu poder próprio, minha energia e vitalidade? Como está minha força de vontade? Em que propósitos acredito?

04. O DIREITO DE AMAR E DE SER AMADO: Numa família, esse direito é transgredido quando os pais não amam e não zelam por seus filhos de modo coerente e incondicional. Quando se impõem condições ao amor, o amor-próprio da criança é ameaçado. No condicionamento cultural, a restrição a esse direito pode ser vista em atitudes de julgamento em relação a homens que amam homens, a mulheres que amam mulheres ou a alguém de uma raça que ama alguém de outra ou a pessoas que amam mais do que uma pessoa. O direito de amar é lesado no conflito racial, pelo domínio de uma cultura sobre outra ou por qualquer situação que crie hostilidade entre grupos.
PERGUNTE-SE: Como estou em seus relacionamentos na família e fora dela? Como é minha rede de relacionamentos? Expresso meu expressa afeto, compaixão e amor pelo outro? Como está minha auto-aceitação e aceitação do outro?

05. DIREITO DE FALAR E DE OUVIR A VERDADE: Aqui, a dificuldade acontece quando não somos autorizados a falar na nossa casa. Isso inclui não sermos ouvidos quando falamos e/ou ser-nos dirigida a palavra desonestamente. Quando somos impedidos de nos expressar ou quando nos pedem que guardemos segredos ou que fechemos os olhos a mentiras da família, bloqueamos esse direito. Quando somos criticados por nossas tentativas de falar ou temos nossa confiança abalada pela divulgação de assuntos pessoais, gradualmente perdemos contato com nosso direito de falar.
PERGUNTE-SE: O que venho criando na vida? Como estou em criatividade? Venho ouvindo com atenção e comunicando-me com honestidade? Como está minha qualidade de comunicação?

06. DIREITO DE VER: Este direito é desrespeitado quando nos dizem que o que percebemos não é real; quando as coisas são deliberadamente escondidas ou negadas (p.e., o fato de o pai beber) ou quando a amplitude de nossa visão é mal entendida ou depreciada. Quando o que vemos é feio, assustador ou incoerente em relação a algo mais que vemos, nossa visão física pode ser afetada. Reivindicar o direito de ver nos ajuda a reivindicar também nossas habilidades psíquicas.
PERGUNTE-SE: Com está meu relacionamento com a Luz? Como está minha faculdade de imaginar? Estou atento a minha sensibilidade psíquica?

07. O DIREITO DE SABER: Isto inclui o direito à informação, à verdade e o direito à educação e ao conhecimento. Igualmente importantes sao nossos direitos espirituais, de nos conectarmos com o Divino, seja qual fo a concepção que tenhamos Dele pessoalmente. Impingir a outra pessoa um dogma pessoal é uma violação a nossos direitos pessoais.
PERGUNTE-SE: Com que mais me demoro em meus pensamentos? Na busca do conhecimento, venho me sentindo mais sábio? Como está minha conexão, na busca espiritual? Estou satisfeito com meu sistema de crenças? Como é a sensação de pensar por mim mesmo?

Quando mesmo um destes direitos são desrespeitados, isto gera sofrimentos. Por outro lado, vamos gerir agora a vida que há em nós? Assim, no hoje, haveremos de aprender com as experiências do ontem e sairmos mais equilibrados, harmonizados e felizes.

- Texto retirado, com algumas modificações do livro dusbons "JORNADAS DE CURA", de Anodea Judith e Selene Vega, Ed. Pensamento, 1997 - 301p. (capa acima)
- O que estiver em azul foi por minha conta mesmo.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Livro interessante sobre Mediunidade

Se você é um daqueles que: vê "coisas" que ninguém vê; ou ouve vozes; ou escreve por compulsão; ou entra em transe e fala com voz diferente; ou fala com gente que já morreu...CALMA! Provavelmente, você pode ser possuidor de algum tipo de mediunidade. Não adianta fingir que não é com você. Certamente, o Universo espera que você conheça-se, eduque-se, adeque-se e integre as informações sobre si mesmo e sua própria sensibilidade. Por isto, recomendo com muito prazer a leitura (seguida de releituras, na forma de estudo) do livro MEDIUNIDADE E AUTO-ESTIMA, onde o leitor, ávido por entender o que fazer com essa percepção, poderá fazer muitas reflexões em torno dessa sensibilidade que todos possuem. A autora MARIA APARECIDA MARTINS, super-experiente no assunto, nasceu com o dom de ensinar - pessoalmente e através da escrita fácil - que dá a impressão que está conversando agradável e didaticamente com o leitor, mesmo em um tema considerado tão subjetivo, quanto a mediunidade.
Este livro dusbons foi editado em 2005, pela Vida e Consciência, e possui 288 páginas altamente esclarecedoras e reconfortantes. Eis alguns conceitos que gostei de ler:
- "Conceituando auto-estima: o julgamento que faço de mim mesmo(a)".
- "Vós sois deuses quer dizer que temos um potencial criativo divino dentro de nós".
- "Confiar é ter um fio atado ao Criador, é fazer Dele um parceiro na minha criação cotidiana".
- "Mediunidade é uma faculdade natural do ser, é uma capacidade do ser".
- "Se mediunidade é captação sensorial, a personalidade do médium se encarrega da percepção crítica".
- "A mediunidade apóia-se na personalidade. A personalidade está apoiada na auto-estima, na auto-imagem, que é a base de tudo".

Este livro é tão dusbons que é útil para todos: médiuns ostensivos e não-médiuns. Informe-se e ajude outrem a se esclarecer e se equilibrar.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Um Caminho para se autoconhecer

A vida é abundante e oferece infinitas possibilidades.”
Sou eu que crio a minha própria realidade. Sou eu que crio a minha vida do jeito que ela é hoje.”

O quanto eu crio de amor, prazer, abundância e bem-estar na minha vida?
Quão nutritivos são os meus relacionamentos?
Eu me sinto criativo(a) e realizado(a) no meu dia-a-dia?
Até que ponto eu gosto de mim mesmo(a) e me sinto inteiro(a) e verdadeiro(a)?
Eu ocupo meu lugar no mundo?
Qual o sentido da minha vida?
O PATHWORK é um caminho de auto-conhecimento que nos ajuda a tomarmos consciência das nossas escolhas, muitas vezes inconscientes, que nos impedem de sermos felizes. Estas escolhas baseiam-se em crenças, medos, defesas, exigências do ego e sentimentos destrutivos, em parte desconhecidos de nós mesmos.
O PATHWORK nos ajuda a abraçarmos nossa verdade mais profunda, conhecer nossa sombra e nossa luz, de forma a fazermos escolhas mais conscientes na direção do amor e da felicidade.
Para isto, devemos tomar consciência de nós mesmos no plano:
- físico
: desenvolvendo a consciência corporal, identificando bloqueios e pontos de tensão e liberando o fluxo da energia vital.
- emocional: reconhecendo sentimentos, padrões de reações e assumindo a responsabilidade por eles.
- mental: identificando concepções distorcidas sobre a realidade e sobre nós mesmos.
- espiritual: ampliando a consciência, a capacidade de amar e nos levando ao encontro de nossa sabedoria interna.

Metodologia: em encontros grupais, trabalham-se estes 04 níveis do ser, através de textos, vivências, exercícios e partilhas das experiências dos participantes.

Para quem quiser ler sobre o Pathwork, antes de estudá-lo e vivenciá-lo em grupo, eis a bibliografia brasileira (clicando nos títulos, abrem-se as sinopses):

Não temas o mal - Eva Pierrakos e Donovan Thesenga
Criando União - Eva Pierrakos e Judith Saly
Entrega ao Deus Interior - Eva Pierrakos e Donovan Thesenga
O Eu sem defesas - Susan Thesenga
Para quem quiser saber como funciona um grupo, indico um casal dusbons:
GUSTAVO MOURA - psicólogo, psicoterapeuta, doutor em Educação e Helper do Pathwork; e
MARISTHER FERNANDES – psicóloga, psicoterapeuta com orientação transpessoal e Helper do Pathwork.
Maiores informações: gapmoura@yahoo.com.br

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Letra intencional sobre Autoconhecimento???

Gravado em 1985 e mui bem produzido pelo Liminha, o paulistano grupo Ultraje a Rigor lançou um dos mais bem-sucedidos discos do rock brazuca: "Nós vamos invadir sua praia" - uma alusão ao cenário musical carioca que divulgava o BRock com Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Kid Abelha e seus Abóboras Selvagens etc. "Nós vamos..." foi o 1° disco de rock nacional a ganhar discos de ouro e platina. Das 11 faixas, 9 foram executadas amplamente nas FMs.
Além da faixa-título, o disco trazia "Rebelde sem causa", "Mim quer tocar", "Ciúme", "Inútil", e a música "Eu me amo", de autoria do líder Roger Moreira. Àqueles que aindas têm restrição ao estilo rock, confira a letra dasboas que Roger criou. Passados 25 anos, ao reouvi-la, pude detectar as verdades experimentadas por quem está no caminho do autoconhecimento (atente para os trechos que negritei abaixo). A irreverência era/é a marca central do Ultraje e a música pode ser interpretada, à primeira vista/audição, como o mais puro exercício de egocentrismo. Pode até ser (só o Roger pode dizer em que se inspirou mesmo), mas se encaixa totalmente como partindo de um socrático buscador de si mesmo. Eis:

Há quanto tempo eu vinha me procurando
Quanto tempo faz, já nem lembro mais
Sempre correndo atrás de mim feito um louco
Tentando sair desse meu sufoco

Eu era tudo que eu podia querer
Era tão simples e eu custei prá aprender
Daqui prá frente nova vida eu terei
Sempre a meu lado bem feliz eu serei

Refrão
Eu me amo, eu me amo
Não posso mais viver sem mim

Como foi bom eu ter aparecido
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Prá eu gostar de mim , me aceitar assim

Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Prá toda vida eu quero estar comigo

Refrão

Foi tão difícil prá eu me encontrar
É muito fácil um grande amor acabar, mas
Eu vou lutar por esse amor até o fim
Não vou mais deixar eu fugir de mim

Agora eu tenho uma razão pra viver
Agora eu posso até gostar de você
Completamente eu vou poder me entregar
É bem melhor você sabendo se amar

Refrão

"SERÁ POSSÍVEL AMAR DE VERDADE OUTREM, ANTES DE VOCÊ AMAR A SI MESMO?" Tire sua própria conclusão.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Viver relacionando-se, amorosamente

Se você está sozinho(a), mas deseja encontrar alguém com quem possa se relacionar amorosamente; se deseja viver seus relacionamentos com mais intimidade, plenitude e alegria; se está empenhado(a) em recuperar a auto-estima e descobrir a pessoa maravilhosa que vive no seu íntimo; e, não importa o caminho escolhido, se está em busca do amor, este livro foi escrito prá você.

"FALANDO DE AMOR - Um caminho para a cura dos seus relacionamentos" (2003 - Ed. Pensamento - 108p + 60 cartas) é o 2° LIVRO de autoria da psicóloga Patrícia Gebrim e ajuda-nos a acreditar que já possuímos, dentro de nós, tudo o que buscamos tão ansiosamente nos relacionamentos. O livro nos desafia a caminhar na direção da vida e dos relacionamentos, a correr riscos, apesar das incertezas, confiando que a própria experiência nos trará a cada instante as indicações necessárias para nossos próximos passos na direção do amor. Com toda leveza, simples e profundo, este livro dusbons tem por objetivo lembrar da nossa capacidade inerente para amar e pode ajudar você a abrir o coração e a viver seus relacionamentos de uma forma muito mais plena e verdadeira.

Eis algumas passagens (literalmente, porque podem lhe levar de um lugar a outro, dentro de si mesmo) interessantes:
"O amor já está aí...agora mesmo...dentro de você!"
"Não adianta sair pelo mundo à procura de alguém, se você ainda não encontrou a si mesmo."
"A vida não é algo que se possa controlar"
"Abrir mão do controle não significa ter que aceitar tudo e ponto final!"
"Precisamos aprender a nos aceitar como somos."
"O amor não se trata de duas metades iguais que se reencontram. Só quando nos aceitamos inteiros e únicos é que podemos, de fato, amar."
"Liberte-se, arrisque, acredite em você, permita-se sentir, expresse sua verdade, sonhe e agradeça pelo amor que existe em sua vida."

Clique aqui , leia os títulos e selecione "aquele" texto que está procurando para melhor inspirar e enriquecer suas escolhas na vida.

sábado, 11 de outubro de 2008

É possível ver e escutar Espíritos?

Sim, porque cada pessoa é um Ser espiritual que está existindo simultaneamente nos campos mental, emocional ou astral, etérico e físico.

Por isto, se uma pessoa diz estar com sensação de presenças, sensações estranhas, sensação de expansão, sensação de odores que mais ninguém percebe, visões, sonhos premonitórios, audição de ruídos ou vozes que outros não ouvem, captações energéticas, formigamento nas mãos, entorpecimento, arrepios, ondas de frio ou de calor, doenças sem causa física, mudança repentina do timbre vocal, escrita compulsiva de conteúdo estranho à experiência do autor, lâmpadas que apagam e acendem sozinhas, fortes emoções repentinas sem motivo, choro gratuito e outros fatos insólitos – tudo isto pode ser MEDIUNIDADE.

Esgotadas as hipóteses físicas e anímicas dos incômodos, a pessoa acima tem tudo para ser chamada “médium” - um veículo de intercâmbio entre 2 mundos e que está carecendo de informações e esclarecimentos que a Doutrina Espírita pode oferecer, através de livros e/ou de centros espíritas sérios. Além de praticar, os espíritas são reconhecidos por estudar, observar e pesquisar os fenômenos mediúnicos. Antes da expansão do conhecimento espírita, era comum pessoas sensíveis ao mundo espiritual serem taxadas indevidamente de "loucas" e internadas em manicômios. (Ver o livro "A Loucura Sob um Novo Prisma" - Ed. FEB - 1920, do médico Bezerra de Menezes).

MEDIUNIDADE é a capacidade inata que o ser humano tem de se relacionar com os seres espirituais; é a faculdade que a Natureza nos fornece como uma alavanca para o despertar da espiritualidade. Por ser de ordem natural, todos possuímos este “6° sentido”, que alguns acessam esporadicamente e outros de modo mais freqüente e ostensivo, independentemente de credos religiosos.

Por isto, indico um livro dusbons: “CONEXÃO – Uma nova visão da mediunidade” (2001 – Ed. Vida& Consciência - 277p) da Professora Maria Aparecida Martins, que serve de boa introdução ao clássico “O Livro dos Médiuns” (1861), de Allan Kardec. (Posteriormente, postarei sobre esta obra).

A “Tia Cida”, com seus mais de 40 anos de laboratório da mediunidade, realça em seu livro a conexão inexorável que existe entre a mediunidade e a personalidade do médium, em que esta pode embaçar aquela. Personalidade é o jeitão de sermos, de nos expressarmos na vida; é o conjunto dos nossos modos de agir e que nos distingue um dos outros.

Como nos é possível aperfeiçoar nossa personalidade (através do autoconhecimento), seguramente podemos educar nossa sensibilidade mediúnica e conviver com esta de forma equilibrada, produtiva, sabendo distinguir o que é da nossa alma e o que vem dos Espíritos. Informe-se, reconheça-se capaz e se tranqüilize.