
sábado, 9 de maio de 2009
Boyle por Calligaris

quinta-feira, 7 de maio de 2009
Para quem sofre

quarta-feira, 22 de abril de 2009
Livros nutritivos


terça-feira, 31 de março de 2009
Livro inspirador

"O principal propósito deste livro não é acrescentar novas informações e crenças à sua mente nem tentar convencê-lo de alguma coisa, e sim produzir uma modificação da sua consciência, ou seja, o despertar. (...) Só por meio da experiência se conhece o verdadeiro sentido dessa palavra (despertar)." Eckhart Tolle in livro "UM NOVO MUNDO - O DESPERTAR DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA"
Mais do que em qualquer outra época de sua história, a humanidade tem hoje a chance de criar um mundo novo – mais evoluído espiritualmente, mais pleno de amor e sanidade. Estamos vivendo um momento único e maravilhoso: o do despertar de uma nova consciência.
O salto para essa nova realidade depende de uma mudança interna radical em cada um de nós. Precisamos nos livrar do controle do ego, pois essa é a fonte de todo o sofrimento humano. Sob seu domínio, somos incapazes de ver a dor que infligimos a nós mesmos e aos outros.
No momento em que despertamos, o pensamento perde a ascendência sobre nós e se torna o servo da consciência, que é a ligação com a Inteligência Universal, a Fonte da Vida da qual todos nós procedemos.
Enquanto desvenda a natureza dessa mudança de consciência, Eckhart Tolle nos ensina a vencer as artimanhas que o ego utiliza para nos isolar uns dos outros. De forma inspiradora e surpreendente, ele nos ajuda a descobrir o nosso verdadeiro Eu, a essência humana genuína que nos permitirá construir o novo mundo e viver em harmonia com tudo o que existe.
A consciência é o poder oculto que existe no momento presente. E o propósito supremo da nossa existência é disseminar esse poder no mundo. Não podemos lutar contra o ego e vencer, assim como não conseguimos combater a escuridão. A luz da consciência é tudo de que precisamos. E nós somos essa luz.
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Texto acima retirado do site da Editora SEXTANTE.
Eckhart Tolle, pseudônimo do alemão Ulrich Tolle (16/02/1948-), é professor, conselheiro espiritual e escritor que obteve maior destaque a partir de seu primeiro livro "O Poder do Agora".
O título original deste livro dusbons é "New Earth" e está dividido em 10 capítulos, que vão de "O desabrochar da consciência humana" a "Uma nova Terra". É um livro profundamente inspirador.
terça-feira, 24 de março de 2009
Aprendendo a lidar com emoções

SOMOS PRISIONEIROS DE NOSSAS EMOÇÕES? |
Ah, se fossemos feitos só de razão seria tudo tão mais fácil, simplesmente decidiríamos por quem nos apaixonar, ou decidiríamos quem gostaríamos de esquecer e afastar de nossas vidas. Reduziríamos a enorme tensão que sentimos todos os dias ao nos desgastarmos com coisas tão pequenas e saberíamos lidar com mais tranquilidade com os grandes desafios.
Mas não somos só razão.
Muitas vezes, a despeito do que nos diz a razão, nos percebemos aprisionados a quem não nos merece, sofrendo por motivos que até nós achamos pequenos e tendo atitudes que não fazem sentido algum. Muitas vezes sentimos coisas que não gostaríamos de sentir, momentos nos quais nos perguntamos em silêncio se um dia seremos capazes de sentir as coisas de outra forma, sentir mais carinho, mais leveza, mais compaixão. Um dia você olha no espelho e descobre que vem desperdiçando tempo e energia com questões pequenas, com pessoas que não merecem sua atenção, com medos que consomem sua alegria e podam sua espontaneidade.
Será possível nos libertarmos dessas emoções que nos fazem sabotar o que de mais lindo existe em nós? Que faz com que tenhamos atitudes de traição para com nosso próprio Eu? Poderemos um dia controlar essa avalanche de emoções que perturbam nossa paz?
Claro que é possível!
Leva tempo, requer autoobservação, paciência, trabalho árduo e perseverança. Requer um profundo desejo de nos tornarmos alguém melhor. Requer a mesma cuidadosa dedicação que um ourives demonstra ao lapidar um diamante. Mas vale a pena, acredite. Depois de tanta fricção, aquilo que é precioso em nós vai surgindo. Um brilho aqui, outro lá... E um dia, se não desistirmos, conseguimos finalmente olhar para o mais lindo diamante pousado no centro de nossas mãos. Nosso próprio Eu.
Ouça, você não é essa emoção que chega de repente querendo tomar as rédeas da sua vida. Você não é essa onda de raiva que te faz querer destruir tudo, não é o ciúme que fragiliza suas relações, não é o medo paralisante que torna você menor do que o seu real tamanho.
Isso tudo pode vir a você, mas você não “é” isso.
Não é sábio entregar-se cegamente a uma emoção.
Você pode mudar em profundidade a sua vida. Você pode mudar a si mesmo. Mas para que isso aconteça, precisará lembrar-se de seu verdadeiro Eu. Precisará aprender a suspeitar de suas emoções. Não é sábio entregar-se cegamente a uma emoção. Muitas vezes elas tornam você cego e surdo, elas iludem você e fazem com que tenha atitudes das quais se arrepende depois. Aprenda a observar as emoções em você, sem misturar-se com elas.
Saia do Eu, olhe para você e seus sentimentos na 3ª pessoa.
Olhe para as ondas emocionais como você olha para o clima. Surgem nuvens, você as observa. Chove, você observa. Faz sol, você observa. Observa e compreende que tudo passa.
Aprenda a observar em quietude até que aquela a emocional passe, atravesse você. E depois, centrado, em paz, aprenda com essa passagem.
Você não é a raiva, não é o ciúme, não é a paixão.
Você é o observador pacífico que vê tudo isso passar.
Não entregue-se ao que sente. Una razão e emoção. Aprenda a questionar a si mesmo. Eu sei, parece difícil, mas é uma questão de prática. Nós não fomos ensinados a nos ver como sábios. Não fomos ensinados a observar nosso próprio Eu. Nem mesmo conhecemos nosso próprio Eu.
Desconfie das suas emoções, elas são superficiais, como uma fina camada de água gélida na superfície de um mar de calor e compaixão.
Mergulhe para além das aparências e você encontrará a sua verdade e a sua paz.
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O texto dusbons acima é da lavra da psicóloga PATRÍCIA GEBRIM e se encontra em sua coluna semanal EU., cujo lema é AUTOCONHECIMENTO PARA O BEM-ESTAR.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Curso de Eneagrama à vista

O Pe. Domingos é um dusbons e ele próprio ministra cursos de Eneagrama, dividido em 3 etapas. A Primeira Etapa do próximo curso de Eneagrama será de 23 a 26/03/2009, das 18h30min às 22h, na Paróquia da Paz. Maiores informações pelo telefone: (85) 3281.1085 ou pelo e-mail:comunidade.shalom@yahoo.com.br
Endereço da Comunidade Shalom em Fortaleza: Rua Lopes Filho, 303 - Parquelândia.
domingo, 8 de março de 2009
Caminho que recomendo

quarta-feira, 4 de março de 2009
Lembrando dos direitos básicos

Antes mesmo de o coração começar a bater no útero, todo indivíduo possui uma lista de DIREITOS BÁSICOS, intrínsecos ao SER HUMANO. Confira:01. DIREITO DE TER: É o direito fundamental de estar aqui, o que se desdobra no direito de ter o que precisamos para sobreviver. Quando nos são negadas as necessidades básicas de sobrevivência - alimento, roupa, abrigo, calor, cuidados médicos, ambiente saudável, toque físico - nossos direitos de ter são ameaçados. Como conseqüência, provavelmente questionaremos esse direito ao longo de nossa vida, com relação a muitas coisas, desde dinheiro e posses até amor ou reserva de tempo para nós mesmos.
PERGUNTE-SE: Sinto-me uma pessoa segura? Estou me sentindo com estabilidade? Tenho confiança no mundo? Tenho minhas necessidades de sobrevivência adequadamente satisfeitas? Como estou em prosperidade? E de saúde física? Penso muito que "não tenho direito de ter nada"?
02. DIREITO DE SENTIR: Reprimendas do tipo "Pare de chorar, voce não tem nada que ficar assim" ou "Como voce pode expressar suas emoções dessa maneira?" são um desrespeito ao nosso direito de sentir. Uma cultura que vê a expressão emocional com reservas ou que classifica alguém de fraco por ter sensibilidade, também transgride esse direito básico. Uma decorrência desse direito é o direito de querer. Se não podemos sequer sentir, é muito difícil saber o que queremos.
PERGUNTE-SE: Como expresso minhas emoções? E a sexualidade? Sinto prazer em estar vivo? Como estou na percepção do outro? Meu estado é mais para tensão ou relaxamento? Fluidez ou rigidez?
03. DIREITO DE AGIR: Esse direito é restringido pela autoridade abusiva dos pais e da cultura. Por exemplo, os que fazem demonstrações pacíficas praticando a não-violência são presos e muitas vezes maltratados por agirem de acordo com seus sentimentos sobre seus direitos de sobreviver. Somos ensinados a obedecer e a seguir - é aconselhável que as ações empreendidas sejam adequadas. O medo da punição e a coação à obediência cega, quer provenham dos pais ou da cultura, prejudicam seriamente nosso poder pessoal - o uso consciente de nosso direito de agir.
PERGUNTE-SE: Quem está moldando minha existência? Estou bem de autonomia? E meu poder próprio, minha energia e vitalidade? Como está minha força de vontade? Em que propósitos acredito?
04. O DIREITO DE AMAR E DE SER AMADO: Numa família, esse direito é transgredido quando os pais não amam e não zelam por seus filhos de modo coerente e incondicional. Quando se impõem condições ao amor, o amor-próprio da criança é ameaçado. No condicionamento cultural, a restrição a esse direito pode ser vista em atitudes de julgamento em relação a homens que amam homens, a mulheres que amam mulheres ou a alguém de uma raça que ama alguém de outra ou a pessoas que amam mais do que uma pessoa. O direito de amar é lesado no conflito racial, pelo domínio de uma cultura sobre outra ou por qualquer situação que crie hostilidade entre grupos.
PERGUNTE-SE: Como estou em seus relacionamentos na família e fora dela? Como é minha rede de relacionamentos? Expresso meu expressa afeto, compaixão e amor pelo outro? Como está minha auto-aceitação e aceitação do outro?
05. DIREITO DE FALAR E DE OUVIR A VERDADE: Aqui, a dificuldade acontece quando não somos autorizados a falar na nossa casa. Isso inclui não sermos ouvidos quando falamos e/ou ser-nos dirigida a palavra desonestamente. Quando somos impedidos de nos expressar ou quando nos pedem que guardemos segredos ou que fechemos os olhos a mentiras da família, bloqueamos esse direito. Quando somos criticados por nossas tentativas de falar ou temos nossa confiança abalada pela divulgação de assuntos pessoais, gradualmente perdemos contato com nosso direito de falar.
PERGUNTE-SE: O que venho criando na vida? Como estou em criatividade? Venho ouvindo com atenção e comunicando-me com honestidade? Como está minha qualidade de comunicação?
06. DIREITO DE VER: Este direito é desrespeitado quando nos dizem que o que percebemos não é real; quando as coisas são deliberadamente escondidas ou negadas (p.e., o fato de o pai beber) ou quando a amplitude de nossa visão é mal entendida ou depreciada. Quando o que vemos é feio, assustador ou incoerente em relação a algo mais que vemos, nossa visão física pode ser afetada. Reivindicar o direito de ver nos ajuda a reivindicar também nossas habilidades psíquicas.
PERGUNTE-SE: Com está meu relacionamento com a Luz? Como está minha faculdade de imaginar? Estou atento a minha sensibilidade psíquica?
07. O DIREITO DE SABER: Isto inclui o direito à informação, à verdade e o direito à educação e ao conhecimento. Igualmente importantes sao nossos direitos espirituais, de nos conectarmos com o Divino, seja qual fo a concepção que tenhamos Dele pessoalmente. Impingir a outra pessoa um dogma pessoal é uma violação a nossos direitos pessoais.
PERGUNTE-SE: Com que mais me demoro em meus pensamentos? Na busca do conhecimento, venho me sentindo mais sábio? Como está minha conexão, na busca espiritual? Estou satisfeito com meu sistema de crenças? Como é a sensação de pensar por mim mesmo?
Quando mesmo um destes direitos são desrespeitados, isto gera sofrimentos. Por outro lado, vamos gerir agora a vida que há em nós? Assim, no hoje, haveremos de aprender com as experiências do ontem e sairmos mais equilibrados, harmonizados e felizes.
- Texto retirado, com algumas modificações do livro dusbons "JORNADAS DE CURA", de Anodea Judith e Selene Vega, Ed. Pensamento, 1997 - 301p. (capa acima)
- O que estiver em azul foi por minha conta mesmo.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Livro interessante sobre Mediunidade
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Um Caminho para se autoconhecer
“A vida é abundante e oferece infinitas possibilidades.”O quanto eu crio de amor, prazer, abundância e bem-estar na minha vida?
O PATHWORK nos ajuda a abraçarmos nossa verdade mais profunda, conhecer nossa sombra e nossa luz, de forma a fazermos escolhas mais conscientes na direção do amor e da felicidade.
Para isto, devemos tomar consciência de nós mesmos no plano:
- físico: desenvolvendo a consciência corporal, identificando bloqueios e pontos de tensão e liberando o fluxo da energia vital.
- emocional: reconhecendo sentimentos, padrões de reações e assumindo a responsabilidade por eles.
- mental: identificando concepções distorcidas sobre a realidade e sobre nós mesmos.
- espiritual: ampliando a consciência, a capacidade de amar e nos levando ao encontro de nossa sabedoria interna.
Metodologia: em encontros grupais, trabalham-se estes 04 níveis do ser, através de textos, vivências, exercícios e partilhas das experiências dos participantes.
Para quem quiser ler sobre o Pathwork, antes de estudá-lo e vivenciá-lo em grupo, eis a bibliografia brasileira (clicando nos títulos, abrem-se as sinopses):
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Letra intencional sobre Autoconhecimento???

Refrão
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Viver relacionando-se, amorosamente

sábado, 11 de outubro de 2008
É possível ver e escutar Espíritos?

Sim, porque cada pessoa é um Ser espiritual que está existindo simultaneamente nos campos mental, emocional ou astral, etérico e físico.
Por isto, se uma pessoa diz estar com sensação de presenças, sensações estranhas, sensação de expansão, sensação de odores que mais ninguém percebe, visões, sonhos premonitórios, audição de ruídos ou vozes que outros não ouvem, captações energéticas, formigamento nas mãos, entorpecimento, arrepios, ondas de frio ou de calor, doenças sem causa física, mudança repentina do timbre vocal, escrita compulsiva de conteúdo estranho à experiência do autor, lâmpadas que apagam e acendem sozinhas, fortes emoções repentinas sem motivo, choro gratuito e outros fatos insólitos – tudo isto pode ser MEDIUNIDADE.
Esgotadas as hipóteses físicas e anímicas dos incômodos, a pessoa acima tem tudo para ser chamada “médium” - um veículo de intercâmbio entre 2 mundos e que está carecendo de informações e esclarecimentos que a Doutrina Espírita pode oferecer, através de livros e/ou de centros espíritas sérios. Além de praticar, os espíritas são reconhecidos por estudar, observar e pesquisar os fenômenos mediúnicos. Antes da expansão do conhecimento espírita, era comum pessoas sensíveis ao mundo espiritual serem taxadas indevidamente de "loucas" e internadas em manicômios. (Ver o livro "A Loucura Sob um Novo Prisma" - Ed. FEB - 1920, do médico Bezerra de Menezes).
MEDIUNIDADE é a capacidade inata que o ser humano tem de se relacionar com os seres espirituais; é a faculdade que a Natureza nos fornece como uma alavanca para o despertar da espiritualidade. Por ser de ordem natural, todos possuímos este “6° sentido”, que alguns acessam esporadicamente e outros de modo mais freqüente e ostensivo, independentemente de credos religiosos.
Por isto, indico um livro dusbons: “CONEXÃO – Uma nova visão da mediunidade” (2001 – Ed. Vida& Consciência - 277p) da Professora Maria Aparecida Martins, que serve de boa introdução ao clássico “O Livro dos Médiuns” (1861), de Allan Kardec. (Posteriormente, postarei sobre esta obra).
A “Tia Cida”, com seus mais de 40 anos de laboratório da mediunidade, realça em seu livro a conexão inexorável que existe entre a mediunidade e a personalidade do médium, em que esta pode embaçar aquela. Personalidade é o jeitão de sermos, de nos expressarmos na vida; é o conjunto dos nossos modos de agir e que nos distingue um dos outros.
Como nos é possível aperfeiçoar nossa personalidade (através do autoconhecimento), seguramente podemos educar nossa sensibilidade mediúnica e conviver com esta de forma equilibrada, produtiva, sabendo distinguir o que é da nossa alma e o que vem dos Espíritos. Informe-se, reconheça-se capaz e se tranqüilize.